Mesmo desvalorizada no emprego, ela criou um negócio de milhões!

Sofia

Mesmo diante de todas as dificuldades existem pessoas que conseguem se sobressair e virar o jogo. Esse foi o caso de Sofia Esteves, filha de pais trabalhadores, muitas vezes não tinha dinheiro nem para comprar um lanche na escola, além de andar quilômetros para estudar.

Ela cresceu observando a batalha dos pais que tinham uma carrocinha que vendia miúdos de carne pelo bairro e posteriormente para o açougue de sua região. Uma das dicas de empreendedorismo que os pais deixaram a ela, era: “Batalhe sempre por cada objetivo”.

Como primeiro emprego, a Sofia foi recepcionista de um consultório médico, aos 17 anos. Depois, fez um curso técnico na área de arquitetura e foi trabalhar em uma loja de móveis perto de casa. Ao entrar na faculdade de psicologia, viu-se em um dilema. “Precisava ajudar meus pais a pagar o curso. Então, continuei trabalhando nessa loja até terminá-lo”.

Quando estava terminando a faculdade, Sofia não havia conseguido realizar o estágio de sua formação e surgiu a oportunidade de atuar em recursos humanos. Ela não tinha ideia do que se tratava e seguiu desbravando, dando a ” cara para bater”, como comenta em post divulgado pela Exame.

Com 24 anos, ela chegou a ligar para empresas dizendo que tinha um alto potencial e que estava quase pagando para trabalhar. A recepcionista riu e marcou a entrevista.

Chegando lá, ela tomou um “chá de cadeira” de 1 hora e meia, se sentiu desrespeitada, e quando finalmente o diretor apareceu, disse que tinha contratado uma psicóloga da USP com experiência de 5 anos.
[gaidtis]

O seu sangue ferveu e ela disse: “Que bom que encontraram a pessoa certa. Não tenho mais tempo a perder aqui. Quero trabalhar”. Então o diretor pensou duas vezes e fez a proposta: “Olha, já que você diz que tem esse talento todo, você entra na empresa como assistente. Mas, se não se desenvolver em três meses, vai ser uma ‘assistentezinha'”. E o seu pagamento era menor que 1 salário mínimo e a sua sala, um banheiro reformado.

Sofia continuou na empresa até encontrar outra oportunidade profissional, voltada para recolocação de executivos. Posteriormente focou no empreendedorismo e fundou a Cia de Talentos, uma companhia que inicialmente teve a Unilever como cliente e hoje conta com 200 funcionários, um faturamento de 31 milhões e está presente em mais de 40 países.

E você? Já passou por dificuldades assim? Gostaria de empreender? Conte para nós nos comentários!


Imagem em destaque: Foto/Reprodução internet

Adaptado de Exame

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